Sessão noturna da "greve da greve" na USP reúne 300 pessoas, segundo organizadores
Da Redação
Em São Paulo
No momento em que esteve mais lotado, cerca de 300 manifestantes estiveram reunidos na praça do Relógio, no campus da USP (Universidade de São Paulo) na noite desta sexta-feira (19). Essa é a estimativa de um dos idealizadores do evento relâmpago "greve da greve", Kiko Morente, estudante de publicidade da ECA (Escola de Comunicações e Artes da USP).
Alguns deles fizeram um abraço simbólico ao redor do relógio. Outros portavam cartazes pedindo o bandejão de volta - os funcionários estão em greve desde o dia 5 de maio e os refeitórios estão fechados. Houve ainda quem bradasse em alto e bom som: "USP sim, greve não!".
# O que você achou da manifestação 'antigreve' da USP?
# "Greve da greve" teve incidente de agressão
# "Alunos de bochechas rosadas vêm aqui sem ter ideia da situação do país", diz grevista da USP
O grupo protesta contra as afirmações das entidades estudantis que divulgam greve de alunos, como se a USP estivesse com as atividades totalmente paralisadas. Eles também fizeram um protesto relâmpago ao meio-dia desta sexta.
fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/19/ult105u8262.jhtm
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Flash mob das 18h55 tem novo confronto
por Ana Bizzotto, Seção: Geral 23:46:39.
Por Elida Oliveira
Um aluno de História foi agredido por outro colega de curso ao fim da manifestação de estudantes antigreve, organizada ao modo flash mob (mobilização rápida), na Praça do Relógio da Cidade Universitária, dentro do câmpus Butantã da USP. O confronto aconteceu por volta das 20 horas na Praça dos Bancos, perto do ponto inicial do protesto. Rodrigo Souza Neto, de 22 anos, disse que foi "abraçado e cuspido" por um aluno que é a favor da greve.
O flash mob foi organizado pela internet por alunos antigreve. A intenção dos estudantes era fazer uma manifestação pacífica para demarcar que há opiniões divergentes na universidade.
O encontro foi acompanhado de perto por alunos grevistas e a Polícia Militar compareceu ao local. Com a garantia de que não haveria provocações ou depredação de patrimônio público, os policiais se afastaram. Os alunos antigreve abraçaram o relógio. De acordo com um dos organizadores da mobilização, Kiko Morente, cerca de 300 pessoas estavam presentes. Eles gritaram, entre outras frases, "Fora Brandão" e "USP, sim! Greve, não", parodiando as palavras de ordem do movimento grevista.
No entanto, em um momento em que o flash mob já havia se desfeito e os alunos tentavam voltar para as aulas, houve o confronto. "Eles me empurraram e começaram a me bater nas costas. Eu me sentei no chão como forma de não reagir, até que outras pessoas o afastaram de mim", contou Neto. Ele disse também que iria registrar queixa por agressão e afirmou ter provas de quem foi o agressor. "Há fotos e filmagens. Todo mundo viu."
http://blog.estadao.com.br/blog/pontoedu/?title=flash_mob_das_18h55_tem_novo_confronto&more=1&c=1&tb=1&pb=1
sábado, 20 de junho de 2009
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Entrei nesse blog pensando que seria mais um daqueles alunos grevistas apoiando esse absurso movimento... Será que eles não percebem que isso irá nos trazer mais prejuízo do que sejá lá quais benefícios se espera? Estou com a matrícula trancada aí dentro, trabalhando aqui fora. No momento preciso assim. Mas vejo os jornais, revistas, televisão... Será que os alunos não perceberam que aqui fora as pessoas estão contra nós? Estamos atrapalhando a vida dessa cidade... O que foi aquilo na Paulista? Não somos nós que pagamos por nossos estudos, são eles... Aqui fora...
ResponderExcluirEssa briga não é nossa... Ainda que tivessemos as melhores das intenções... Agora já virou uma bagunça.
por mais imparcial que vc keira ser, da para notar pelos posts o lado que você pende. Fico feliz que o Basilio não seja mais um para contar nessa bagunça.
Um grande amigo,
Lam Chong H. Lee
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